Eu ODEIO a Yoko Ono e desprezo essa babação de ovo no John Lennon.
A notícia é da BBC...
Sir Paul resents Beatles 'revisionism'
Sir Paul McCartney has said that the way the history of the Beatles has been re-written since John Lennon was shot "gets up his nose". Speaking on CNN's Larry King Live in Los Angeles, Sir Paul said that for certain people Lennon became a "martyr" after being shot dead in 1980.
He said that as a consequence there had been "revisionism" of his own role in The Beatles.
"You can't blame people," he told King. "You know, there's a lot of sympathy".
"It was such a shocking way to go that you want to try and give him everything."
But he went on to say that the fact that people downgraded his own contribution annoyed him.
Lennon and McCartney worked very closely in the early days of The Beatles. Later their approach was more fragmented, though their work continued to be credited to both.
Recently Sir Paul criticised Lennon's wife Yoko Ono for refusing to let him put his name before John Lennon's on the credits of Yesterday for The Beatles' Anthology collection. Ono refused, antagonising Sir Paul who wrote the song entirely, though royalties from it were shared.
"At one point Yoko earned more from Yesterday than I did. It doesn't compute, especially when it's the only song that none of the Beatles had anything to do with," he said at the time.
When King asked him how he got on with Ono, he said: "We don't not get along, but you know, it's like some people you may be destined to not become great buddies with." He added: "It's not that we don't get along, just we don't talk much. "We talk if we have to."
Infeliz e cretina. A resposta japonesa para a bomba atômica.
Ah, a Homera querida me mandou um cartão virtual lá da Itália!!!!!!
Ela não é um doce?
Homera, eu sei que tu vai ler isso, então sinta-se devidamente cumprimentada pelo Natal e o Ano Novo, e também já fica sabendo que sentimos (o Rafael e eu) muitas saudades tuas!
Como era de se esperar, crianças, uma pessoa como eu tem em casa o livro "Como perder amigos e aborrecer pessoas" em uma edição de 1941. Eu uso legal, né?
Mesmo defasado, ainda tem muita coisa que dá pra aproveitar. Não empresto, nem tiro xerox.
Ahhhhhhhhhhhh! Eu não contei pra vocês!!!!!!
Essa foi a coisa mais bizarra do fim de semana:
Vocês se lembram daquela instituição chamada Fã-clube Live and Let Die? Pois é, faz pelo menos uns 5 anos que ele "acabou", só atendendo malas como o Luciano "Helter Skelter" e demais pessoas com problemas (problemas mesmo, agora não é piada). O atendimento se limitava a troca de gravações raras, não muito acessíveis em condições financeiras normais. Quase uma filantropia...
Aí me liga a louca Rosane dizendo: "Vou ter que sair do fã-clube (!). Estou evoluindo na minha religião e ela não permite esta atividade. Como Testemunha de Jeová, eu não posso idolatrar ninguém (!). "
Meninas e meninos, vocês lembram daquelas nossas reuniões? A guria tinha uma noção tão distorcida da coisa, que no mínimo dá pra pensar que a gente sacrificava cabritos num altar com uma estatueta do Paul (que nem quando vão sacrificar o Ringo para a deusa Kaili no filme Help!). Como já diria o Álvaro: Djura! Bah, nem na época mais tansa das nossas existências a gente tinha essa relação "ídolo - fã". Aliás, nesse auge em questão, eu me lembro claramente da Márcia Bohrer dizer que se pudesse, a primeira coisa que faria com o Paul McCartney era dar uns tapas nele.
Doces tardes de sábado de 1993, quando o Álvaro dirigia um Corcel azul que sempre morria nas lombas e a Márcia fazia rocambole em 15 minutos.
Quando chegava o domingo, era o dia de xingar o John Lennon das 7 às 8 da noite para todo o Rio Grande do Sul escutar. E me lembro das caras que o Fernando Selegar e o Paulinho Vieira faziam: "Xi, gurias. Vão chover cartas agora...". Mas nunca ninguém reclamava, porque sabiam que nós estavamos certas.
Eis que a minha irmã chegou em POA semana passada. A minha irmã é realmente inteligente e é com um orgulho quase materno que eu digo que ela já sabia Tommy "by heart" com 10 anos.
Em um famigerado ano que eu não vou dizer qual é, o Pase apelidou ela de "Pequena Angela", um elogio que nós duas agradecemos (hehe).
Só que agora ela é uma mocinha de 13 anos, mais alta que eu e decidida a fazer Ciências Políticas na Bélgica ou na França (?!). As gerações nos ultrapassam...
Mas ela continua sabendo todo o Tommy.
Tão fofa ela...vou botar umas fotos no outro blog...
12:50 PM - Toca o telefone. A voz do outro lado diz:
"Angela, só pra avisar que a votação do Estatuto dos Servidores foi cancelada pelo Tribunal de Justiça. Isso significa que tu não vai precisar fazer as fotos. Pode terminar o jornal em paz".
Ah, já relacionando ao post anterior...A cabeça do pobre do Beto tá melhor. Vocês já pensaram na coitada da Denise, cada vez que abre a porta de casa pro guri, tá faltando um pedaço dele!
E lá se vão mais e mais frases dos maravilhosos críticos musicais brasileiros. Essa é do Lúcio Ribeiro:
"Os gaúchos posers do Cachorro Grande começaram demolidores. Tinha visto a banda ao vivo em duas oportunidades anteriores e não gostado de nenhuma, porque tudo era uma embolada só. Muita pose sem um som decente para mostrar. Mas no Upload foi diferente. Pelo menos nas três primeiras canções, a banda impressionou pela violência sonora e pelo gás. O miolo foi fraco, mas a retomada para o final, regada a sangue, devolveu a energia perdida. Uma fenda na cabeça do vocalista, aberta pela guitarra voadora do amigo, de alguma forma resgatou a unidade da banda (quando os instrumentos funcionam em conjunto, sem ser o barulho pelo barulho)." Posers????? POSERS?!?!?!?!?!?
Será que esse cara tá falando sério?
"Muita pose sem um som decente para mostrar".
Não, ele não pode estar falando sério...
E este eh o fim dessa discussao "1999", porque este nao eh um espaco democratico como a FML. Eh egocentrico e ditatorial como o Cardosonline, a unica coisa pior do que a FML. Todos os posts referentes ao assunto nao serao mais respondidos. Interessados, favor remeter opiniões via e-mail.
Sobre essa coisa da FML, como sempre o Paul McCartney tem a melhor explicação:
"Too many people going underground,
Too many reaching for a piece of cake.
Too many people pulled and pushed around,
Too many waiting for that lucky break.
Too many people sharing party lines,
Too many people never sleeping late.
Too many people paying parking fines,
Too many hungry people losing weight. Too many people preaching practices
Don't let them tell you what you wanna be. Too many people holding back,
This Is crazy and maybe it's not like me.
Essa música foi feita em resposta pro John Lennon, que se achava muito intelectual e alternativo. Na realidade não era nada disso.
Era um menininho rico e sem educação. Que nem certas pessoas que se achavam "Working Class Heroes". Ha-ha-ha.